A guerra do graffite

14858221942_1696915949_b

Sacode esse tédio e vai fazer uma pipoca! Quem já foi a minha casa sabe que meu sofá é muito convidativo, sentou, ficou, deitou, dormiu! Sendo que raramente a mente inquieta de uma pessoa como eu permite-se desligar e aproveitar o dia de folga tirando aquele cochilo renovador. O que inventar então depois que todas as tarefas da casa foram feitas e você se encontra morta mas não enterrada, o que significa não estar cansada o suficiente para dormir e nem disposta o suficiente para sair. Meu estado de animo mais comum.

Controle da tv, livro, internet, controle da tv, livro, internet… Olha! Um documentário sobre graffite. Tá ai curti, vou fazer uma pipoca e dar um play aqui!

Dizem que o graffite surgiu na década de 70, mas se analisarmos bem, deixar mensagens gravadas nas paredes através da escrita ou de imagens é uma invenção bem mais antiga que o disquete! Sim, o disquete. Inventado em 1971 pela IBM, esse sim foi revolucionário! Ao meu ver o graffite que emergiu na década de 70 era uma releitura do que os nossos antepassados já faziam, dessa vez com mais cores e com spray ao invés de carvão. Assim como os artistas rupestres os grafiteiros estavam deixando suas mensagens nas paredes.  Em 1968 o movimento contracultural levou jovens a picharem os muros de Paris com inscrições de caráter poético-político, e foi assim que o movimento se espalhou para as ruas da periferia nos Estados Unidos e se tornou uma das principais impressões do hip-hop. Uns até dizem que começou por lá.

Enfim, continuando do ponto que me trouxe até aqui. A algum tempo assisti a este documentário e hoje me lembrei dele ao descobrir que a palavra Pochoir é o mesmo que estêncil e isso ativou meus arquivos de memória e de alguma gaveta tirei Banksy uma das maiores referencias do estilo atualmente. Bom, o filme conta a história do artista e de seu rival King Robbo. Tudo começou quando em 2009 Banksy resolveu provocar o rei Robbo usando sua arte. Ele cobriu um desenho feito por Robbo na década de 80, considerado um dos mais antigos da cidade de Londres em boas condições ainda. A história vai se desenrolando e o fim não é dos mais felizes mas leva ao reconhecimento de um artista de rua fiel a sua arte até o fim. Vale a pena pelo conteúdo que nos envolve neste mundo da poesia visual marginal. Boa sessão!

 

 

 

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out /  Change )

Google photo

You are commenting using your Google account. Log Out /  Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out /  Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out /  Change )

Connecting to %s